segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
por quem pesquisou 'more four days'
O quanto já escrevi sobre você é ridículo.
E anônimo.
Quero dar-lhe uma cor para que possa pintar e não escrever.
Porém, pior do que as palavras que me faltam é essa cor indefinível.
Algo entre eSpinHoS, desfocado, c a c o s e morno.
Dos suspiros que já não dou.
Pelo ar que não me falta.
Tremores que deixaram de ser.
Além do coração e seu ritmo constante.
Resta a história dos momentos.
E são mais do que gostaria;
Representam menos do que gostaria;
Dúvidas e dúvidas.
O que desejo é o que desejar;
Seja o que for.
E se não for tudo bem.
Meus sentimentos são outros e não há o que possa feri-los.
E anônimo.
Quero dar-lhe uma cor para que possa pintar e não escrever.
Porém, pior do que as palavras que me faltam é essa cor indefinível.
Algo entre eSpinHoS, desfocado, c a c o s e morno.
Dos suspiros que já não dou.
Pelo ar que não me falta.
Tremores que deixaram de ser.
Além do coração e seu ritmo constante.
Resta a história dos momentos.
E são mais do que gostaria;
Representam menos do que gostaria;
Dúvidas e dúvidas.
O que desejo é o que desejar;
Seja o que for.
E se não for tudo bem.
Meus sentimentos são outros e não há o que possa feri-los.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
parecidos
Por que inventar mentiras e se agarrar na ilusão quando mais fácil é ser honesto consigo mesmo e apenas deixar as coisas fluírem até esgotarem-se?
Por que insistir na dor do não ser em vez de contentar-se com o pouco de felicidade real?
Por que omitir-se quando o desejado é oferecido-lhe como opção?
Envergonho-me.
Não entendo-te.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
descansar
É chegado o fim da Cruzada.
Hora de baixar as armas e descansar.
Não havia o Santo Graal escondido.
Nem houveram batalhas suficientes que o fizesse provável.
Hora de baixar as armas e descansar.
Não havia o Santo Graal escondido.
Nem houveram batalhas suficientes que o fizesse provável.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Vícios, Vicissitude, Virtudes
Falta de sono é melhor que narcóticos.
Dormência na ponta dos dedos.
Olhos fechados apenas por segundos.
Sentidos flutuando e sensações.
Pensamento enevoado.
Culpados?
Meus vícios que estalam na ponta da língua.
Sem nomes, mas não anônimos.
E a recorrência de sentimentos no meu peito.
Minha vicissitude.
Palavras faltando em diálogos.
Conversas que só terminam em laboratórios mentais.
Onde a lógica infere opções e nada é fato.
Que a minha virtude em imaginar também não seja meu fracasso.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Diagnóstico Geral

Estou calma.
Você não me quer assim;
Deseja minha inquietação.
Os sorrisos febris e altas gargalhadas;
Os passos rápidos e piruetas no meio do asfalto.
Porém estou calma.
Sobram longos olhares e batidas de cílios;
O canto da boca erguido, mas risadas sem ênfase.
Não há urgência pela vida que escorre, só paciência.
E paz.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Saiba que
Minha mente é uma bagunça,
Meus atos questionáveis,
Minha força proteção,
Meu espírito inquieto,
Minha defesa indiferença,
Meu senso impecável.
Saber não me ajuda.
Você não quer sentir o que sinto.
A inércia e a dormência.
Você não quer entender o que penso.
A lógica, o método e a observação.
Nem poderia; não vai compreender ou concordar.
Deixe-me; sendo ou fingindo.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Observar brasas tornando-se cinzas...
O que quero provar?
O mundo
De tudo?
Os meio termos
Nada grande?
O suficiente
Isso não é pouco.
Sempre certa sobre o que não fazer, porém o que fazer...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Diálogo de Viajantes (Descansando Sob a Mesma Árvore)
-Olá, estranho.
-Olá, senhora.
-Como têm sido os dias por essas terras?
-Tranquilos, boas colheitas fizeram as mesas fartas, embora o comércio esteja devagar.
-Fico feliz, uma mesa farta é sempre algo bom. Mas me diga, tem notícias sobre o reino?
-Apenas algumas fofocas da realeza...
-Conte-me por favor, gostaria de saber.
-Soube que a Rainha de Paus tem estado reclusa em seus aposentos e que o Valete de Espadas está duelando com qualquer um que cruze seu caminho.
-E sobre a Rainha de Copas?
-Seria rude comentar na sua frente, vossa majestade.
-Como descobriu sobre mim?
-Eu consigo ver o seu carmessim.
-Olá, senhora.
-Como têm sido os dias por essas terras?
-Tranquilos, boas colheitas fizeram as mesas fartas, embora o comércio esteja devagar.
-Fico feliz, uma mesa farta é sempre algo bom. Mas me diga, tem notícias sobre o reino?
-Apenas algumas fofocas da realeza...
-Conte-me por favor, gostaria de saber.
-Soube que a Rainha de Paus tem estado reclusa em seus aposentos e que o Valete de Espadas está duelando com qualquer um que cruze seu caminho.
-E sobre a Rainha de Copas?
-Seria rude comentar na sua frente, vossa majestade.
-Como descobriu sobre mim?
-Eu consigo ver o seu carmessim.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Trecho de um Caminho Tortuoso (ou Peçonha)
As mãos trêmulas da velha senhora agarraram o seu neto morto e ela rezou agradecida pelo fim do tormento.
Desejando que o vento levasse sua alma para terras boas mais rápido do que aquelas pernas cansadas fariam, cantou numa língua esquecida:
"Aqui não há prosperidade,
Aqui não há descanso,
Bons deuses carreguem esse espírito,
Pois o corpo teve o que mereceu."
Beijou a testa fria, deitou o corpo no chão ajustando a roupa empoeirada e colocou as mãos juntas sobre o peito; continuou o caminho que seguia sem olhar para trás, alheia aonde seus passos tocavam o chão pelas lágrimas que não permitiu cair.
quinta-feira, 24 de março de 2011
bah!

Já não se importar com alguns pensamentos alheios quanto as próprias atitudes, transtorno? Não.
Apenas ressentimento e talvez amadurecimento.
Cogitar outra forma de existir sem se submeter, resignar ou conter.
Talvez não seja o modo deliberadamente aceito, mas não deixa de ser um caminho a seguir.
Querer intervir na vida de pessoas que não se importam em esquecer seus sonhos.
Querer deixar a animalidade substituir toda a racionalidade que lhe comanda.
Cismar sobre o quão controlada uma pessoa pode parecer, ao mesmo tempo em que a revolução dos sentimentos dentro de si a fazem inquieta e confusa.
Então brincar com as palavras que não vêm e depois encaixar racionalmente os espaços em branco.
Como desligar a mente de suas inseguranças e deixar-se levar pelos sentimentos que pedem liberdade?
quarta-feira, 23 de março de 2011
18.03.2011 21:27
Vanessa
essa vida gosta de dar uma de resenha
já falei isso mil vezes, mas acho que não se sabe quem tem que dizer a ela
essa vida gosta de dar uma de resenha
A'Naya
iapoi
alguém tem que falar pra ela que não é engraçado :~
já falei isso mil vezes, mas acho que não se sabe quem tem que dizer a ela
A'Naya
:/
terça-feira, 22 de março de 2011
Intensidade.
Qual o tamanho do meu querer?
Que forma toma meu importar?
Quando é hora de parar?
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Segundo o dicionário:
Devaneador, adj. e s. m. Que, ou aquele que devaneia; sonhador.
Devanear, v. tr. dir. Imaginar, fantasiar, sonhar; intr. delirar; dizer ou imaginar coisas sem nexo; desvairar; tr. ind. cuidar, pensar. (De de+lat. vanu.)
Devaneio, s. m. Ato de devanear; sonho; fantasia; delírio, divagação; quimera.
Devanear, v. tr. dir. Imaginar, fantasiar, sonhar; intr. delirar; dizer ou imaginar coisas sem nexo; desvairar; tr. ind. cuidar, pensar. (De de+lat. vanu.)
Devaneio, s. m. Ato de devanear; sonho; fantasia; delírio, divagação; quimera.
Esta obra de Ariane Anaya, foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.