
Estou calma.


Já não se importar com alguns pensamentos alheios quanto as próprias atitudes, transtorno? Não.
Apenas ressentimento e talvez amadurecimento.
Cogitar outra forma de existir sem se submeter, resignar ou conter.
Talvez não seja o modo deliberadamente aceito, mas não deixa de ser um caminho a seguir.
Cismar sobre o quão controlada uma pessoa pode parecer, ao mesmo tempo em que a revolução dos sentimentos dentro de si a fazem inquieta e confusa.
Então brincar com as palavras que não vêm e depois encaixar racionalmente os espaços em branco.
A'Naya
iapoi
alguém tem que falar pra ela que não é engraçado :~
A'Naya
:/
Que forma toma meu importar?
Quando é hora de parar?

. Porque cada peça é um todo.
. E a junção apenas um ponto de vista.
Penso no céu como exemplo, pois nossa lua nada deve às estrelas.
-Mas coexistem lembrando a quem observa que o céu seria outro sem suas pequenas nuances.
Me pergunto onde fica o animal nos sempre adaptaveis ambientes.
Onde farsa passa a ser verdade e fingir é a existencia.

Sentir na carne; as entranhas se satisfazendo e fazendo entender que a felicidade tem muitas faces.
Inclusive como máscara.
A'Naya - "vc fala das minhas escrituras psicodelicas, ms isso ai tbm é nonsense, hiza
- só q não é bizarro, como oq eu escrevo, ÀS VEZES"
TOS - "as vezes?
- tá, se vc diz...
- aushuaSUAhsuAHSUahsuaS"
A'Naya - "diga 3 coisas bizarras q eu escrevi não-consecultivamente"
- ¬¬"
TOS - "ari, tu é bizarra, bichow... tudo bem, tem aquelas "romanticas", tem as reflexivas, tem as entendiveis, e tem os malditos jogos de palavras que podem ser milhares de coisas e que você sabe que ta sendo enrolado."