Mostrando postagens com marcador valete. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador valete. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de janeiro de 2019

terça-feira, 2 de julho de 2013

adeus amores


irei alimentar a realidade em vez das fantasias
chega de relações transcendentais,
com tendências unidirecionais.
eu quero corpo, fluído e mordida.

quinta-feira, 28 de março de 2013

A Morte do Valete de Ouros


As preces utópicas cessaram.
Sem súplicas, findou o amor.
Não há perda se ninguém procura.
Essa é a obviedade que rege o túmulo.



O lamento pelo feliz passado é substituído pelo alívio do presente liberto.
Não me atenho em grilhões de egoísmo alheio.

O desvínculo da unidade aconteceu em silêncio.


Estás morto, não me assombra, mas permaneces vagando tal zumbi.

Do que foi, a lápide me é o bastante para lembrar.
Seja isso, não passe disso.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

∞ - parte (ou Prólogo)




O infinito passa a se resumir,
É triste notar a ausência,
Mais triste o não importar.
Desfeita a unidade.
Teus risos me soam mal,
Minha companhia é disfarce à solidão.
Quem me prezava morreu
E não há luto.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Eco no Oco


Quem é você, menino?
Para estar tão orgulhoso por isso,
Algo tão pequeno e mesquinho...

Essa intoxicação vai passar

E não ache minha a culpa pela SUA mágoa da realidade,
Ou o faça se quiser,

Mas quem avisa amigo é
- E ainda tenho outros carnavais a brincar.

...


Ao olhar essa figura que deveria ser humano, mas só resta bicho, me pergunto: Quem era você, menino?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

torto

Gostaria de vomitar todos os pensamentos caóticos que impedem minha coerência.
Não. Nada impede minha coerência, ela é meu melhor pior.
Talvez por isso prefira as metáforas e os cortes de raciocínio.
Das razões e não-soluções, não procuro; Por teu ego posso fingir.


Deixo claro que o desapego é real; quanto amor por tanta dormência.
Mas tal a carne da ferida aberta que deixa de se fazer sentir, 
Tal a ânsia que deixa de se fazer presente após o costume,
Assim como tudo que passa desapercebido por conveniência:
Eu calo.






Não há culpa, não há entendimento.
Se quer meu sorriso te darei emoldurado em lábios pintados da tua cor favorita;
Deixando os olhos fechados para não delatar a mentira.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Amo.

Simples como respirar.

Em tríade, tal valsa;
Descompasso ritmado.

domingo, 25 de julho de 2010

3/4

das quatro coisas essenciais penso que talvez, quem sabe não faça segredo, eu tenha achado três.


soumos

me falta o ar

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

um ano

http://jelimao.blogspot.com/2009/01/la.html


O tempo passou, da mesma forma que sempre passa, na igual medida exata.
Ficar diferente é normal, não há uma constante imutável.
Ainda sorrimos, aonde quer que seja, admirando o crepúsculo.
Mas as escadas foram gradeadas e agora há muitos prédios em nossa volta.
A comunicação parece falha; defeituosas rotinas.
E um ano parece tanto tempo quanto ele não foi.
Nesse momento espero apenas que a mente nunca se esqueça.
Por que o mais nós faremos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

chuv.ah!


Gotas frias tornam as roupas molhadas e a pele.

Vento gélido faz da respiração pesada, tensa e profunda.

Tem sua própria temperatura, o coração, independente do tempo.

O guarda-chuva que nada guarda, a capa que não protege.

No rosto um sorriso, nos olhos água.

Conversas que terminam sem final.

Eu sinto pelo que foi.

Calor vindo de uma pequena peça d'um incrível quebra-cabeça.

Conforto inexistente.

Agradabilíssima, porém, a companhia.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

E chega a nós outro mal-entendido

Com pouca amizade existiriam mais sorrisos.
Com muita proximidade haveria mais cansaço.
Com pouco humor seria incômodo.
Com muito alvoroço inexistiria afeto.

Se fossemos menos talvez seríamos mais.
Se fossemos mais talvez seríamos menos.
Continuemos assim.
Perfeitos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

extraio a melhor parte de você

amo-te, só eu sei o quanto.


amo-te.
não de forma desesperada, meu amor é calmaria.
não de forma possessiva, meu amor é liberdade.
amo-te em plenitude, mas sem desejos.
meu amor é apenas isso.

sábado, 17 de janeiro de 2009

somos diferentes

intimista versus expansionista
abstrato versus cotidiano

concordamos em devaneios

somos iguais

somente somos
(um)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

última hora

foi ligação
foi viagem
foi cansaço
foi espera
foi frustração
foi reencontro
Foi.



é pôr-do-sol
é companhia
é engraçado
É.


Nunca antes tive tanta certeza em não ter certeza alguma...
Que o ano traga boas surpresas, porque sei que ele será todo surpresa.
Tristeza, me alcance quando eu precisar!
Alegria, me envolva só nos futuros momentos memoráveis.
Felicidade é abstração.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Papai Noel não trouxe o presente que não pedi.

Irei processar a Coca-cola.
Passeios noturnos me fazem bem.
Respirar o ar gélido.
RESPIRAR
res-pi-rar
Sentir o pulmão preenchido. É ar?
Sentir o corpo preenchido. Fumaça?
Confissões trocadas de modo não-confessional;
Verdades ditas entre suspiros e olhares.
Somente verdades?
Esperanças criadas e diluídas ao sabor de menta (cravo).
Sentimentos expostos ao sol que nasce;
As nuvens nunca deixam o céu;
Estrelas escondem-se ou são escondidas?
A lua pode ser tão boba...
E o breve fingir passa despercebido,
São tantas coisas melhores a se cultivar...
Atemporal Numa data marcada

sábado, 27 de setembro de 2008

o nome que não se apaga


Um encontro.
Nada mais.
Nem menos.

Conforto em alma.
E foram três abraços.

A despedida que nunca vem.

Cada dia que passa, cada dia que volta.
Nossa unidade fica mais e mais visível.

São empecilhos, desacreditamentos.
Soumos forte.
Soumos firme.

Me ensinaste que o infinito fica em meu peito e a eternidade existe nos sonhos.
O engraçado é que nunca foste professor de fato.

domingo, 11 de maio de 2008

são dias que foram e são

Eu estava andando na rua às duas da manhã e lembrei da noite de vinte e quatro e da manhã de vinte e cinco... tudo tão parecido e tão diferente...
Dessa vez sem toxinas circulando no meu sangue... sem toxinas impregnadas nas minhas roupas, as toxinas que prometi um ano de abstinência como lembrança eterna e promessa sem fundamento... as toxinas que não sinto vontade de absorver por capricho e saudade.
Houveram músicas repartidas entre tantos, mas nenhuma delas teve o significado que aquelas repartidas por tão poucos; músicas que me lembravam de alguma forma vocês e que eu por pensamento mandei à vocês.
E houve solidão, mas não houve. Pois cercada de pessoas não me senti só, mas não pelas pessoas, mas por vocês que ali estavam, vocês ali estavam. Comigo. Em mim. E a solidão de vocês não existiu. Mas ela há.
E um pouco mais tarde que as horas iniciais do dia onze a recebi/percebi.
Mas não há tristeza, só vazio.
Vazio que se preenche por si. E se esvai por si.
Mas que só deixa de ser vazio quando.......

sexta-feira, 21 de março de 2008

2

Molhada, again.

Feliz, again.

Vinho, again.

Por-do-sol, again.

quinta-feira, 20 de março de 2008

vinho, bolinhos e batatas













Brindei a todos que não conheci
Brindei aos que irei conhecer
E se questionada porque não brindei aos meus amigos, respoderia que meus amigos não precisam pois têm a mim


chuva, chuva, chuva e canções
E reconheço que meu coração não me pertence






amo, amo, amo



Aluacoroounossaamizadeevocêviu







Porque... a lama que melou nossos pés, as plantas que grudaram em nossa roupa, o suor que não veio pelo frio e o cansaço que veio em dobro pelo mesmo, tudo sempre vale a pena quando estamos juntos.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Uma amiga mostrou-me, mostrei a outro amigo...

Foi criada uma corrente de sentimentos...

http://www.youtube.com/watch?v=g0G9vDKcdLg


Só a título de lembrete, pois algumas coisas jamais deviam ser apagadas...

"Sabe...
Eu achei que depois de um tempo as lágrimas secariam, mas por enquanto eu estou enganada.
Tento preencher espaços que jamais serão preenchidos com distrações inúteis, tudo vão.
Eu nem consigo imaginar como vai ser quando eu te reencontrar, o pior é que falta tanto tempo.

Amo-te.
Tanto.
Nem gosto de lembrar.
Só para ser menos dolorido.

Você faz parte de mim.
Acho que eu de você.
Somos um sendo dois.

Amo-te Infinitamente.
Você fez nascer esse dom. "

(09/02 às 16:30)

E tudo porque...

"Saudade de [tu]do.
Você, sua disposição e tudo que é você, faz falta, faz.
Eu te amo, Ariane."

(08/02)


Ele é a metáfora em minha vida...
Minha forma de amar...
Meu amor...
Sendo meu tudo, ele também é meus amigos
Por isso tudo que escrevo à ele também se dirige à seu universo
Amo-te
Amo-lhes
Infinitamente




by Sofia di Luna

Segundo o dicionário:

Devaneador, adj. e s. m. Que, ou aquele que devaneia; sonhador.

Devanear, v. tr. dir. Imaginar, fantasiar, sonhar; intr. delirar; dizer ou imaginar coisas sem nexo; desvairar; tr. ind. cuidar, pensar. (De de+lat. vanu.)

Devaneio, s. m. Ato de devanear; sonho; fantasia; delírio, divagação; quimera.
eXTReMe Tracker